Black Friday no Brasil (?)
novembro 26th, 2011 § 1 Comentário
Na quinta de noite estava todo mundo bem empolgado com a ideia de uma Black Friday brasileira, quase 100% online. Pra quem não sabe, a Black Friday é um “costume” americano no qual na sexta depois do Dia de Ação de Graças, são inauguradas as grandes vendas para o Natal, com descontos imensos, que chegam a 70 ou 80%. E aí todo ano é notícia em vários jornais do mundo, com a correria do pessoal pra adquirir os produtos. As lojas abrem de madrugada e tem fila desde a noite anterior. Em 2009 tive a oportunidade de participar da Black Friday em Nova York e, de verdade, é caótico. Mas ainda assim, pra quem quer comprar principalmente eletrônicos com preços bem mais baixos, vale a pena a confusão.
Voltando ao Brasil, diversas lojas como NetShoes, Saraiva, Walmart, Submarino e Americanas prometeram participar do evento e muitas das promoções foram divulgadas no site Busca Descontos/Black Friday. Inclusive, as Americanas apareceram com uma proposta bacana, criada pela agência DM9: ao invés de Black Friday, transformaram em Red Friday. A ideia dos descontos era a mesma das outras lojas, mas o nome ganhou algum destaque.
De todas as empresas que iriam oferecer super descontos (segundo minhas pesquisas), a única que decidiu usar loja física foi o Extra. E aí aconteceu o Black Friday no melhor estilo norte-americano: filas na porta e loja aberta às 4 da manhã com preços muito mais baixos e, aparentemente, foi o varejista que mais teve mídia espontânea.
Mas já as lojas que trabalharam online… A Saraiva até trabalhou direitinho os descontos em eletrônicos, principalmente produtos da Apple. Porém os livros que estavam custando em torno de 10 reais basicamente eram de auto-ajuda, culinária ou clássicos bastante antigos. Nada contra quem gosta de livros assim, mas não acho que seja a preferência do grande público. As Americanas também trouxeram descontos bons em alguns ramos, mas nada tão expressivo assim, e o NetShoes teve algumas propostas legais. Mas o que mais me chocou foi a Walmart que apareceu com até 15% de desconto. Quinze??? Esse é o desconto “normal” que se dá em e-commerce em comparação à loja física, e eles queriam chamar isso de Black Friday?
A impressão geral que tive é que as lojas escolheram, em sua maioria, produtos não muito desejados e colocaram descontos relativamente baixos em comparação ao mega evento em que gostariam de se inserir. Não sei qual foi o retorno obtido com as vendas, mas acho que se os varejistas pretendem mesmo trazer a Black Friday pro Brasil tem que ser algo bem mais expressivo, inclusive nas lojas físicas. Por mais que pareça louco, o que atrai, de certa forma, na Black Friday, é a correria das lojas e as filas, as pessoas querem olhar tudo que está disponível e sair com os braços carregados de sacolas.
Agora, pra descontrair um pouquinho, vejam o grau de desespero dessa Becky Bloom: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/na-black-friday-mulher-usa-spray-de-pimenta-contra-interessados-em-produtos
UPDATE: Ontem foram publicados os resultados da Black Friday brasileira: o e-commerce teve um lucro de 100 milhões de reais, 88% a mais que no ano passado. Ok lojas, vocês bateram suas metas. Mas se melhorar a oferta dos produtos, com certeza esse lucro vai ser ainda melhor.
Análise de merchandising – Livraria Saraiva Salvador Shopping
novembro 8th, 2011 § Deixe um comentário
Hoje, na verdade, eu não vou fazer um post.
Vou disponibilizar pra vocês o meu TCC, que teve como tema: Análise de merchandising – Livraria Saraiva Salvador Shopping. Acredito que ele vá interessar principalmente quem gosta de varejo e, claro, merchandising. Não se preocupem, não é um trabalho enorme e tentei escrever algo que não fosse cansativo, especialmente pra quem não é da área.
Foi um projeto feito com muito carinho (e um pouco de stress), então espero que vocês gostem. Fiquem à vontade pra criticar, dar opiniões, usar no trabalho de vocês (mas não esqueçam meu nome, tá?).. Enfim, façam bom uso!
O link pra download é esse aqui: http://www.4shared.com/document/nJwwjtJK/TCC_COMPLETO.html?
Aliás, alguém sabe como faz pra incorporar o arquivo direto no post?
Mucoangin – Uma ação fantástica nas mídias sociais
novembro 3rd, 2011 § Deixe um comentário
Eu nunca tinha ouvido falar em Mucoangin, mas um comentário meu no Twitter me fez conhecer a marca e criar uma certa simpatia, além de valorizar a criatividade deles.
No mês passado, eu estava com uma dor de garganta terrível e twittei o seguinte:
E algum tempo depois recebi isso aqui:
E é claro que eu, curiosa que sou, cliquei no link pra saber o que estavam inventando. Aí me deparo com isso aqui:
Clica que aumenta e aparece inteira!
Confesso que me encantei pela ação logo nesse momento, a empresa estava entrando em contato diretamente com um consumidor em potencial, e não atirando pra todos os lados. O vídeo que aparece na página é um comercial, meio bobinho mas engraçado, sobre como “distrair” a dor de garganta.
Depois disso, resolvi entrar diretamente no site da campanha e saber o que era o Mucoangin. Acho que aí entrou uma pequena falha, porque é necessário clicar em “dor de garganta?” e depois em “tratamento” pra entender como funciona, e o conteúdo não é facilmente visto, tem um textinho e nele é explicado que Mucoangin é uma pastilha que alivia a dor. Acredito que eles deveriam ter colocado a informação de forma mais acessível. O site é inclusive bastante interativo e dá pra ver os últimos comentários no Twitter de quem tá sofrendo com a dor. Vale a pena dar uma olhada!
Pra completar, a empresa também criou uma fanpage no Facebook divertidíssima, com um aplicativo que avalia o quanto você virou um homem das cavernas por conta da dor de garganta, ou seja, o quanto você se tornou anti-social. O comercial também pode ser encontrado aí. Dá pra brincar bastante na página, tem um conteúdo bem interativo e de fato dá pra esquecer um pouquinho o incômodo.
Provavelmente algumas pessoas não vão gostar muito de ver uma empresa lendo seus tweets e te oferecendo um produto. Mas acredito que na verdade eles aproveitaram uma oportunidade: se seu perfil é aberto e você reclamou de uma dor, por que não oferecer uma pastilha que vai melhorar o problema e vai oferecer um conteúdo divertido?
Acho que a campanha foi fantástica e a empresa soube utilizar bem os recursos das mídias sociais pra divulgar melhor seu produto. Confesso que não sei há quanto tempo essa ação está ocorrendo, mas não deixem de visitar as páginas!
A importância do bom atendimento
outubro 13th, 2011 § Deixe um comentário
Todas as mulheres sabem o quanto é complicado arranjar uma roupa pra uma ocasião especial (por mais que os homens não concordem muito com isso). Imaginem pra um casamento.
Na semana passada encarei uma maratona em dois shoppings de Salvador pra encontrar um vestido. A questão é que como o casamento não vai ser arrumadíssimo, eu queria um vestido curto, mas suficientemente elegante pra ir num casamento. Não deveria ser tão difícil.
Em cada loja que eu entrava, pedia um vestido com a mesma descrição que apresentei acima. As vendedoras me olhavam como se eu tivesse pedido uma roupa tecida com fios de ouro. Então depois, com bastante esforço, entrei na Sarttore e a moça que me atendeu automaticamente me respondeu com um “claro que eu tenho!” e me mostrou umas cinco opções roupas até eu escolher a minha.
Não é que as outras lojas não tivessem vestidos assim. Elas tinham. E as vendedoras não me mostravam (é claro que eu ia olhando os cabides enquanto elas procuravam em outros lugares), talvez por não terem entendido muito bem o que eu queria ou, mais provavelmente, por não conhecerem totalmente o que elas estão vendendo. E acredito que a culpa não seja 100% delas, sinto falta de um preparo maior em muitas lojas pra atenderem melhor o cliente. Todas as vezes que encontrei um possível candidato ao vestido do casamento, as vendedoras falavam “ah é.. pode ser esse…”
Querida, acorda!! Você poderia ter me mostrado esse vestido a cinco minutos atrás e ter dito que era o ideal pra ocasião. Não entendeu bem qual era a ocasião? Era só perguntar e eu te diria até qual é a igreja e o lugar da festa. Sinta interesse em vender seu produto. Eu, cliente chata que sou, como me irrito rapidinho com esse ar apático, acabava desistindo e passava pra loja seguinte.
Gerentes e lojistas, prestem atenção! As vendedoras são a cara da loja de vocês e se elas não conseguem passar uma imagem de que conhecem de fato o produto, ninguém vai comprar. Quando chegar coleção nova, dá uma aulinha antes pra sua linha de frente. Explica porque aquele produto tem uma estampa de oncinha e porque estão usando determinado tecido. O cliente quer saber o que ele está comprando!
#Ficadica
Os franceses e as relações de consumo
outubro 9th, 2011 § Deixe um comentário
Algumas impressões e observações sobre como os franceses se comportam na hora do consumo…
Eu achava, ingenuamente, que a França era super adepta de um capitalismo selvagem, com marcas concorrentes numa briga interminável por 15 segundos da atenção do consumidor. Sim, é claro que permanece uma concorrência muito grande, mas ela é, de certa forma, “tranquila”. Se o cliente preferiu comprar um perfume na Marionnaud ao invés da Sephora, tudo bem; tem mais um monte de pessoas que vai querer comprar na Sephora. E vice-versa. Então não é uma questão de loja X ser melhor que a Y, na verdade elas são bem parecidas e, de certa forma, seguem a ideia do “se você não quer, tem quem queira”.
Outra coisa muitíssimo interessante que observei foi o seguinte: não, o cliente não tem sempre razão. E não falo aqui do caso de clientes que desrespeitam e acham que podem tudo pelo fato de serem clientes. Os lojistas, gerentes e afins fazem questão de deixar bem claro qual é o papel de cada um, você vai ter o produto que quer, se estiver disposto a pagar o preço adequado e souber respeitar as regras de cada lugar. Ninguém vai se virar em mil só pra te agradar.
Tenho duas historinhas pra contar, que aconteceram comigo.
A primeira, com a empresa de trens SNCF, onde fiz uma compra de um pacote com hospedagem, bilhete de trem e ingresso para um musical, tudo pela internet. O fato é que comprei o musical para a data errada e comecei a procurar no site onde eu poderia fazer a troca, pois constava uma informação que o ingresso era reembolsável. Como não encontrei no site nenhum local onde eu poderia resolver esse problema online e estava com um certo medo de embolar o francês pelo telefone, fui até uma loja da empresa. Grande perda de tempo. Quando expliquei o que tinha ocorrido, a moça que me atendeu falou imediatamente: “não posso resolver”. Ao que eu respondi: “mas eu comprei o pacote com vocês, eu preciso resolver isso”. E ela, pra finalizar: “se você comprou pela internet, resolva pela internet. Eu só trabalho com os trens, isso não é problema meu.” Ainda perguntei a ela se ela sabia onde que eu podia encontrar mais informações e recebi um “procure no site”. Sim, ela foi ríspida (mas isso é normal para os parisienses), mas é dessa forma que as coisas funcionam.
O segundo caso foi durante uma excursão com a escola. A professora que acompanhava fez uma reserva para os alunos em um restaurante e, em cima da hora, eu e mais algumas colegas resolvemos cancelar porque estávamos cansadas e ainda sem fome. “Mas como assim vocês não vão? A reserva está feita, o dono do restaurante vai ficar bastante chateado!”. Chateado?! Por quê?! São só alguns clientes a menos, não é como se ele estivesse perdendo o grupo inteiro ou a comida já estivesse pronta e precisasse ser jogada fora. Então a primeira coisa que pensei foi que, provavelmente, o restaurante estaria cheio e algumas pessoas a menos poderiam significar uma mesa perdida. Mas depois perguntei a uma amiga que tinha ido ao jantar e o restaurante tinha um número bem razoável de mesas vazias.
Enquanto no Brasil e em um monte de lugares do mundo nós somos acostumados a reservar e deixar de ir (e muitas vezes não ligar pra cancelar), na França isso é uma ofensa. Afinal, as pessoas estão se preparando pra receber você, é como se você tivesse rejeitado elas depois de ter prometido que iria até lá. São as regras que eu tinha mencionado antes. Não é uma questão de ter muitos clientes solicitando uma reserva, simplesmente se você prometeu, cumpra.
Passei três meses lá e ainda tinha um pouco de dificuldade pra compreender como isso funcionava. Provavelmente muitos ficariam indignados com a “audácia” do dono do restaurante em ficar chateado porque quatro pessoas desistiram de ir. Eu confesso que ficava e meu primeiro pensamento era “tudo bem, vou pra outro lugar, tem mais um monte de restaurantes aqui”. Mas na França, eles simplesmente dizem: “vá, se você não está de acordo com minhas regras, também não quero você aqui.”
É um pouco difícil de imaginar uma situação como essas, mas sim, é verdade. Vivendo e aprendendo…
Minhas não-atualizações
setembro 19th, 2011 § Deixe um comentário
Pessoal, só quero pedir desculpas por não estar postando aqui. Na verdade, não estou no Brasil desde julho e por conta disso o tempo às vezes é meio corrido. Então assim que eu voltar, nessa sexta, vou tentar fazer um post bacana sobre minhas percepções sobre o estilo de vida francês.
Não me abandonem, tá?!
Levi’s Curve ID: a salvação
junho 27th, 2011 § Deixe um comentário
Qualquer mulher no mundo, em algum momento de sua vida, precisou desesperadamente de uma calça jeans. E todas nós sabemos a maratona que é: procurar em um monte de lojas, diversos modelos, um preço razoável e, o pior de tudo, o tamanho certo. Quando o assunto é calça jeans, não existe apenas tamanho 38 ou 40, até porque no Brasil isso não é padronizado.
Foi aí que a Levi’s teve uma ideia genial: já que não dá pra padronizar os tamanhos, foram criados modelos diferenciados, com base em 4 tipos básicos do corpo feminino. Os formatos slight, demi, bold e supreme valorizam o corpo, com base nas medidas da cintura, do bumbum e das coxas.
Eu, por exemplo, às vezes tenho o seguinte problema: experimento uma calça 38 que não passa na metade da coxa, mas se tento uma 40, fica folgado na cintura. Já que não existe tamanho 39, a Levi’s apareceu com o modelo Demi, que é mais largo na parte do bumbum e da coxa, mas fica certinho na cintura. E aí, problema resolvido! Fui no fim de semana lá na Levi’s, expliquei meu problema e apareceram com a solução rapidinho. Sei que as calças da loja são mais caras do que em outros locais, mas às vezes vale mais a pena investir num jeans que vai durar e que ajusta melhor ao corpo.
Se quiser saber qual é seu tipo ideal de calça, clica aqui: http://www.levi.com.br/brasil/dfr_quiz.aspx
De Ville e Dia dos Namorados
junho 19th, 2011 § Deixe um comentário
Poucas vezes em Salvador eu vi um atendimento tão bom.
Meu namorado e eu resolvemos (mais ideia dele, na verdade) passar o fim de semana do Dia dos Namorados em algum lugar legal, em que a gente pudesse se divertir e aproveitar o momento romântico. Aí, depois de muitas pesquisas, optamos pelo pacote do De Ville que incluía a diária do sábado pro domingo, late check-out até as 18 horas e um jantar especial na noite do dia 11.
Nós dois nos surpreendemos. O hotel é lindo, com uma piscina maravilhosa e um almoço delicioso. Quando voltamos pro quarto encontramos um potinho de vidro com chocolates e uma mensagem com nossos nomes:
Mas eu gostaria de dar um destaque especial ao jantar. Marcamos nosso horário na recepção e, quando chegamos ao salão, encontramos nossa mesa reservada e imediatamente fomos servidos com um couvert tudo de bom! O jantar consistia de entrada, prato principal e sobremesa; as bebidas, além dos não alcóolicos, incluia espumante e vinho. Pra completar, música ao vivo da melhor qualidade!
Quero, portanto, parabenizar o De Ville por ter um atendimento fantástico, em que não observei nenhuma falha. Inclusive, esse pacote foi bastante inteligente, com certeza vai fidelizar muitos hóspedes.
Obrigada!
maio 16th, 2011 § Deixe um comentário
O blog fez um aninho de vida e eu acabei não postando nada no dia. Então quero aproveitar esse post agora pra agradecer todo mundo que visita sempre, comenta, divulga, dá RT e traz críticas positivas pra mim. Ainda hoje farei outro post, dessa vez com conteúdo mercadológico!
Mais uma vez, obrigada a todos vocês!
Plastic Dreams – Melissa Magazine
abril 11th, 2011 § 2 Comentários
Para as melisseiras, a revista Plastic Dreams é um sonho, literalmente. E esse último número, com o tema da nova coleção, a Time Code, conseguiu relacionar muito bem o lado mercadológico da publicação (a divulgação das novas Melissas) com reportagens muito interessantes sobre moda.
A proposta da nova coleção da Melissa é discutir o tempo e as variadas formas como as pessoas o aproveitam, em diferentes culturas, sociedades, épocas. A ideia é que se busque cada forma pessoal de passar o tempo, seja lendo um livro, conectado 24 horas, viajando, etc. Baseando-se nisso, a revista é construída associando os modelos da nova coleção a reportagens que abordem o fator tempo. Com textos que falam desde a física a inspirações para desenvolver a coleção, passando por uma matéria interessantíssima sobre fast-fashion, uma entrevista com Vivienne Westwood e Alice Dellal e ensaios fotográficos maravilhosos, a revista traz diversas novidades e é uma leitura deliciosa.
Como mencionei antes, o que é interessante na revista é a associação natural entre a divulgação dos modelos novos e as reportagens relacionadas ao tema Time Code e moda. E isso é legal porque não ficamos com a impressão que querem nos fazer comprar as Melissas novas a qualquer custo. Não funciona como um comercial na TV ou um anúncio impresso, simplesmente o lado mercadológico e os textos se encaixam sem esforço.
A Melissa acertou em cheio com a proposta da revista, que é destinada principalmente às meninas que já tem uma certa admiração pela marca. Porém, não impede que o veículo seja uma forma de conquistar novas adeptas, até porque é distribuído nas principais lojas da marca. Aliás, esse é outro ponto super positivo: a revista é gratuita e para receber, basta fazer um cadastro no site www.melissa.com.br/cadastrorevista que você recebe a edição em casa. Você opta por receber o material, não é uma mala direta que você nem sabe como veio parar na sua porta. Aliás, quem não gosta de receber qualquer coisa sobre um tema que adore?!
Opções de capa:
Imagens retiradas do Google.




